A alteração feita pela Prefeitura busca priorizar a concessão do benefício especificamente a famílias que enfrentam uma situação de pobreza ou pobreza extrema. Os novos critérios não visam excluir famílias vulneráveis, mas sim beneficiar as famílias que realmente necessitam de um auxílio de R$ 200 por mês para complementar a renda familiar e melhorar a qualidade da sua alimentação.
Agora, para ser cadastrada no Cheque Cidadão Municipal, a família tem de ter renda per capita mensal de até 30% do salário mínimo (R$ 236,40 por pessoa). Antes, o programa beneficiava famílias com renda familiar per capita de até meio salário mínimo (R$ 362,00 por pessoa). O beneficiário do programa – que é temporário – deverá passar por recadastramento a cada dois anos, prazo para que, com o devido acompanhamento da Secretaria da Família e Assistência Social, a família consiga reverter a situação de extrema vulnerabilidade e obtenha renda superior a 1/3 do salário mínimo.

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