
No encontro, o governador anunciou que solicitou a desapropriação do terreno onde será construído o Hospital Geral da Baixada Fluminense
O prefeito Nelson Bornier e o secretário municipal de Saúde de Nova Iguaçu, Luiz Antônio Teixeira Jr, receberam na tarde desta segunda-feira (9/03) o governador Luiz Fernando Pezão e o secretário de Estado de Saúde, Felipe Peixoto, em encontro que reuniu, na sede do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense (Cisbaf), os prefeitos das cidades da região e secretários de saúde para discutir as necessidades da área. O governador anunciou que já solicitou a desapropriação do terreno em Nova Iguaçu, onde será construído o Hospital Geral da Baixada Fluminense. A unidade será instalada na Via Dutra, na altura do bairro Jardim Esplanada.
Outros pontos discutidos na reunião foram a ampliação da cobertura do Programa de Saúde da Família em toda a Baixada, o apoio para a instalação de unidades de emergência 24 horas na região e investimentos na área de atenção especializada para garantir a realização de consultas e exames de forma mais rápida.
“Felizmente estamos tendo um diálogo muito próximo com o governo do Estado, hoje conseguimos reunir oito prefeitos e 11 secretários de saúde de nossa região para que o governador pudesse ouvir nossas necessidades. Essas reuniões são fundamentais para que juntos possamos discutir e resolver os problemas da Baixada”, disse o prefeito Nelson Bornier, que também é presidente do Cisbaf.
Para o secretário municipal de Saúde de Nova Iguaçu Luiz Antônio Teixeira Jr, a presença do governador facilita a aproximação entre os municípios fortalecendo o Cisbaf. “As reuniões periódicas com o governador fazem com que os prefeitos de nossa região se envolvam mais nas discussões e também se comprometam com as soluções, que devem ser tomadas em conjunto. À medida que cada um dos municípios da Baixada tiver uma Atenção Básica estabelecida e serviços de emergência funcionando adequadamente, vamos conseguir finalmente desafogar o Hospital da Posse, que sozinho não pode atender a toda a população”, destacou
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